Charlene nascimento
Palavras-chave: Dificuldade de Aprendizagem;
Distúrbio de Aprendizagem; Psicopedagogo diante das Dificuldades de
Aprendizagem.
abstract
This article attempts to make a
reflection about what differentiates the disorder Difficulty Learning to know
the causes and factors that contribute to such an impasse in the child's
learning in the early grades of basic education. Through bibliographic reference
seek answers to what factors facilitate the emergence of a learning difficulty
which are extrinsic to the individual who learns and is characterized when
something goes wrong in the middle of which is inserted now learning disorder
is intrinsic order in which the subject there is one-to specific neurological
comprometimen.
Keywords: Dancing, Learning
difficulties and Psychomotor.
1.
Introdução
Muito se têm usado os termos Dificuldade e Distúrbio de Aprendizagem na
área da educação que geralmente são utilizados pelos professores que “avaliam”
crianças quando apresentam um empasse em seu aprendizado. Mesmo sem realizar
uma investigação para ter a certeza dos fatores e ordens na qual eles se
originam, os profissionais relacionam uma simples dificuldade momentânea a um
distúrbio. No presente artigo busquei através de pesquisas em uma referencia
bibliográfica ampla. Através das pesquisas realizadas do distúrbio e
dificuldade de aprendizagem no âmbito escolar busquei destrinchar as
características que diferem a dificuldade do distúrbio de aprendizagem. Os
fatores que favorecem no surgimento da dificuldade de aprendizagem e os
principais tipos de distúrbios que causam um atraso na aprendizagem da criança.
Consideremos a aprendizagem humana um processo de absorção de
informações através da interação social, as informações são tratadas pelo
sujeito de maneira que ele as manipula na seguinte forma onde são organizadas,
integralizadas, armazenadas de forma que podem ser recuperadas quando for de
sua necessidade.
Assim percebemos o processo de aprendizagem do indivíduo, sabendo que a
aprendizagem é uma busca interminável de ligações entre os estímulos recebidos
e respostas encontradas através da interação social, há uma modificação no
comportamento do indivíduo em função do novo, das novas experiências
adquiridas, seja ela no meio social e/ou no ambiente escolar, pois o ponto
central do processo de ensino - aprendizagem é o aluno, sendo ele o agente
principal de sua aprendizagem. Sabendo que o aluno é o
protagonista de sua aprendizagem, os profissionais envolvidos no processo
educativo precisam conhecer os estágios da criança, como ela aprende, como
pensa, como se desenvolve e como adquirem e internalizam o conhecimento do
mundo. Para que assim diante de situações de não aprendizagem o professor saiba
buscar caminhos alternativos para tentar sanar tal impasse na aprendizagem.
Observando uma sala de aula diariamente, podemos notar fatos incomuns, confusos
e até preocupantes com relação ao desenvolvimento e aprendizagem de cada uma
das crianças ali presente. Para o professor se deparar com situações assim é
assustador, pois mesmo tendo estudado e se preparado para a profissão muitas
vezes se sente impossibilitado diante de determinadas situações de não
aprendizagem.
Diante da realidade das
nossas escolas onde apresentam grande número de alunos que apresentam alguma
dificuldade momentânea ou algum distúrbio, busquei pelas referencias
bibliográficas entender quais os fatores que propiciam o aluno a desenvolver
uma dificuldade de aprendizagem e o que a diferencia de um distúrbio de
aprendizagem e suas características.
Comecemos pelo termo
“Dificuldade” que tem como origem um problema de ordem Psicopedagógica e que
está relacionado a fatores extrínsecos ao sujeito. Fatores que advém da
Família, Escola, Meio Sociocultural e Alimentação deficitária já o Distúrbio
está vinculado ao aluno, pois é a existência de um comprometimento neurológico
específicos. O Distúrbio de Aprendizagem é intrínseco ao sujeito, ou seja, é
interno a ele. O Distúrbio de aprendizagem sendo detectado não existe cura, mas
sim o acompanhamento específico relacionado a aprendizagem em ao psicológico do
aluno para que a criança consiga se desenvolver dentro de suas limitações, pois
estão relacionados aos fundamentos orgânicos e lhes são demandados um
tratamento mais específico.
Muitas crianças apresentam
dificuldade de aprendizagem sendo que pode ser específica como, por exemplo,
apresentar dificuldade em multiplicação ou pode ser uma dificuldade geral onde
o aluno apresenta um aprendizado mais lento que o das outras crianças de sua
idade, apresentando assim uma dificuldade de acompanhar a turma nas tarefas
impostas. Para detectar se a criança apresenta dificuldade de aprendizagem o
professor e a equipe pedagógica deve atentar-se a diversos fatores que
influenciam direta e indiretamente ao surgimento de um atraso na aprendizagem.
Através do levantamento de hipóteses o professor poderá traçar caminhos para
sanar ou minimizar a dificuldade apresentada. Diante do caminho de investigação
o professor deve atentar-se a diversos fatores de ordem extrínseca ao aluno que
indicará possíveis fatores causadores do problema.
É necessário que os profissionais da educação
atentem aos sintomas apresentados pela criança para buscar os fatores que estão
influenciando direta ou indiretamente em sua vida acadêmica e como consequência
está resultando uma dificuldade de aprendizagem ou se apresenta características
de um distúrbio de aprendizagem.
Distúrbio de aprendizagem
que tem sua base fatores neurológicos que como consequência apresenta grandes
problemas/atraso na aprendizagem. Neste estudo de bibliografias irei descrever
os principais fatores que resultam no distúrbio e que influenciam o aluno a ter
uma defasagem em sua aprendizagem.
No momento em que é detectado deve criar planos de ação com o objetivo de
buscar sanar as dificuldades ou reduzir mediante um acompanhamento específico
do professor como uma recuperação paralela ao horário de estudo e
acompanhamento de outros profissionais como Psicopedagogo, Psicólogo,
Fonoaudióloga e/ou Neurologista se necessário.
Para o profissional da educação, um dos maiores desafios é distinguir
quais são os alunos que tem dificuldade de aprendizagem daqueles que tem os
distúrbios de aprendizagem. E com base nessa problemática, o objetivo central
deste trabalho é fornecer informações para compreender e identificar se o aluno
apresenta uma dificuldade ou um distúrbio.
2.
Dificuldade de Aprendizagem
A Dificuldade de
Aprendizagem é um termo global e abrangente com causas relacionadas ao sujeito
que aprende e ao meio em que ele está inserido. O termo “Dificuldade” tem como
origem um problema de fatores extrínsecos à criança, e estão relacionados a
situações negativas de interação social caracterizada como escola, família, meio social e
econômico. Por não se dar necessariamente a fatores orgânicos a Dificuldade de
Aprendizagem é mais fácil de ser reduzida e ou sanada, pois são problemas
diagnosticados no processo de aprendizagem e pode ser momentâneo dependendo das
intervenções e realizadas para que o aluno avance. Os fatores que agem
momentaneamente na criança resultando na dificuldade de aprendizagem, por não
ser exclusivamente centrada no aluno pode ser diagnosticado em crianças que não
apresentam problemas neurológicos e reversíveis.
Um dos mais importantes
espaços sociais para a criança em desenvolvimento é a escola, pois é na escola
que ela desenvolve seus conhecimentos e habilidades, socializar com outras
crianças levando a compartilhar seus conhecimentos e aprender através da
interação com o meio ao qual está inserida. É nesse meio que a criança
desenvolve suas competências e se preparam para a vida adulta. No ambiente
escolar pode-se observar o reflexo da vida familiar, social e econômica do aluno,
pois será refletida na aprendizagem. Quando algo não está bem para a criança,
seja no ambiente familiar, social, econômico é transmitida em seu desempenho
acadêmico surgindo assim uma Dificuldade de Aprendizagem. De acordo
com DOCKREEL e MCSHANE (1993)
Para
se identificar uma dificuldade de aprendizagem, deve-se realizar uma avaliação.
Baseando-se nos resultados desta avaliação ou intervenção com uma criança com
dificuldade de aprendizagem, forçosamente levanta hipóteses sobre a base do
problema.
Às vezes as
Dificuldades de Aprendizagem são tão sutis que a criança não parece ter tal
dificuldade, pois se destaca em outras disciplinas, por tanto essa criança pode
ir bem em matemática e apresentar dificuldade em português ou vise versa.
Quando a criança apresenta dificuldade na aprendizagem é mais fácil de ser
descoberta no ambiente escolar pela professora e quando detectada a dificuldade
a professora deve criar estratégias buscar caminhos alternativos para que a
criança aprenda. Diante do problema o
professor deve trabalhar em conjunto com a família e se necessário encaminhar a
um psicopedagogo e realizar encaminhamentos aos profissionais especializados
(psicopedagogo), buscando assim sanar as dificuldades logo no início de seu
surgimento. Para SMITH e STRICK (2001)
As
crianças com dificuldade de aprendizagem são crianças suficientemente
inteligentes, mas enfrentam muitos obstáculos na escola. São curiosos e querem
aprender, mas sua inquietação e incapacidade de prestar atenção tornam difícil
de explicar qualquer coisa a eles. Essas crianças têm boas intenções, no que se
refere a deveres e tarefas de casa, mas no meio do trabalho esquecem as
instruções ou os objetivos.
2.1.
Fator Escola
O fator escola também é
apontado como um dos causadores da Dificuldade de Aprendizagem onde pode ser
gerado pela metodologia do professor, o currículo escolar deve estar de acordo
com o meio no qual a escola está inserida, falta de estimulo diante do conteúdo
apresentado por apresentar dificuldade, verificar os sistemas de avaliação se
está adequado às características dos alunos. Para WEISS (2012 p. 29)
Uma
boa escola deveria ser estimulante ao aprender; por essa razão concordamos que
a função básica dos profissionais da área de educação deveria contribuir para:
Melhorar as condições de ensino para o crescimento constante do processo de
ensino aprendizagem...; fornecer meios para que o aluno possa superar
dificuldades na busca de conhecimentos anteriores ao seu ingresso na escola; e
atenuar ou, no mínimo, contribuir para não agravar os problemas de aprendizagem
nascido ao longo da história pessoal do aluno e de sua família.
Um ponto que deve ser
revisto é a Metodologia de ensino, ou seja, os métodos que o professor utiliza
com aluno que está apresentando DA está adequado? As atividades propostas estão
ao seu nível de conhecimento? Elas provocam desafio no aluno para realizar?
Estas três perguntas devem ser observadas pelo professor. E a relação professor
X aluno, pois a aprendizagem também depende da relação que o professor tem com
seus alunos. Para RELVAS (2011, p. 59) o fator escola é listado da seguinte
forma:
Condições
físicas da sala de aula, como higiene, boa iluminação, limite aceitável de
números de alunos/turma; Condições pedagógicas, disponibilidade de material
didático adequado à faixa etária e método pedagógico de acordo com a realidade
da criança; Condições do corpo docente, no que se refere à motivação, à
dedicação.
2.2.
Fator Família
A família é um grupo
social menor, que é influenciado e que também influencia um grupo maior que é a
sociedade. E muitas vezes o grupo familiar é influenciado de tal maneira que
acaba desequilibrando a dinâmica familiar ficando assim desestabilizada e/ou
diversificada, onde pais se separam e formam outra família com outra pessoa e a
criança tem a lidar com padrasto, madrasta e seus respectivos filhos que se
agregam a filhos dessa nova relação. Quando a família se encontra
desestabilizada tal impasse é refletido na aprendizagem das ou da criança a que
pertence a esta instituição. A família é de grande peso na aprendizagem da
criança, pois nela é refletida na relação de marido e esposa, pai e filho, mãe
e filho, que estando em conflito pode surgir alguma dificuldade de aprendizagem
em determinado momento da vida acadêmica da criança.
Deve
oferecer condições adequadas para que o ensino e aprendizagem sejam de sucesso.
A escolaridade dos pais influencia o desempenho na estimulação da criança para
um melhor envolvimento com os estudos.
2.3.
Fator meio social e econômico
Este fator é de grande
importância também, pois para que a criança tenha um bom desenvolvimento na
escola o meio em que ela está inserida é de grande reflexo em seu comportamento
e assim refletindo em sua aprendizagem de forma negativa. O meio econômico em
que a criança vive é analisada através das situações em que seus pais lhe
oferecem uma moradia digna de conforto mínimo, higiene adequada, vestimentas
adequadas a cada estação do ano. WEISS 19
As
condições socioeconômicas e culturais terão também influencia nos aspectos
físicos dos alunos das camadas de população de baixa renda pelas consequências
nos períodos pré-natal, perinatal, pós-natal, assim como a exposição mais fácil
a doenças letais, acidentes, subnutrição e suas consequências.
2.4.
Fator alimentação
A alimentação é
fundamental a criança, e é necessário que seja uma alimentação saudável e em
quantidade certa as necessidades da criança, pois uma alimentação oferecida de
forma deficitária reflete na aprendizagem e comportamento da criança.
É
necessário estabelecer se o sujeito se alimenta corretamente, em quantidade e
qualidade, pois o déficit alimentar crônico produz uma distrofia generalizada
que abrange sensivelmente a capacidade de aprender.
3.
Distúrbio
de Aprendizagem
O Distúrbio de Aprendizagem é caracterizado
como um fator orgânico do sujeito, pois é caracterizado como um tipo de
desordem intrínseca ao individuo e é caracterizado como uma disfunção
relacionada a fatores neurológicos.
Esta desordem
afeta a capacidade do cérebro em termos de aquisição, construção e
desenvolvimento das funções cognitivas. Esses fatores neurológicos estão
relacionados na aquisição e no uso da audição, fala, leitura, escrita,
raciocínio lógico ou habilidades matemática. Para os autores TULESKI e EIDT 2007.
Distúrbio
de Aprendizagem é um termo genérico que se refere a um grupo heterogêneo de
desordens, manifestadas por dificuldades na aquisição e no uso da audição,
fala, escrita e raciocínio matemático.
O distúrbio de
aprendizagem é referente à aprendizagem e não deve ser confundindo com uma
deficiência mental, pois o individuo que apresenta o distúrbio de aprendizagem
é capaz de aprender dentro de suas limitações e de seu tempo. Para CIASCA (2013
p. 22)
Prestar
atenção, compreender, aceitar, reter, transferir e agir são alguns dos
componentes principais da aprendizagem. Assim a informação captada é submetida
a continuo processamento e elaboração, que funciona em níveis cada vez mais
complexos e profundos, desde a extração das características sensoriais, a interpretação
do significado até finalmente, a emissão da resposta.
Estudaremos agora os
distúrbios de aprendizagem mais comuns detectados nas séries iniciais do ensino
fundamental. Para se chegar a um diagnóstico de distúrbio de aprendizagem é
necessário um acompanhamento com psicopedagogo, psicólogo, neurologista e
fonoaudiólogo se necessário. Os distúrbios mais comuns são:
3.1 Dislexia
Dislexia é uma
incapacidade parcial de a criança ler ser fluente e compreender o que leu, pois
em sua leitura faz trocas ou omissões de letras quando realiza leitura é uma
leitura lenta, inverte sílabas e pula trechos ou linhas do texto utilizado.
Este distúrbio não interfere em sua inteligência, audição ou visão. A dislexia
é intrínseca ao sujeito e não de fatores relacionados à ordem doméstica ou
cultural. Este distúrbio é frequentemente confundido com dificuldades iniciais
de aprendizagem em sua alfabetização. A leitura é um momento de grande esforço
para o disléxico, pois ele não consegue reconhecer que já tenha lido e por isso
toda palavra lida parece ser nova e desconhecida. RELVAS (2011) confirma que:
Domínio
insuficiente da leitura, podendo estar relacionada aos problemas de
lateralidade, à organização espacial, à organização temporal, ao atraso de
linguagem, aos problemas de ordem afetiva e aos antecedentes hereditários.
3.2
Disgrafia
O aluno que apresenta a
disgrafia realiza trocas e/ou inversão de letras, caligrafia com maus traços e
são ilegíveis, as letras são muito próximas e desorganizadas quando produzem
uma escrita. Normalmente o aluno que tem a disgrafia está associado à dislexia
pela dificuldade na escrita e consequentemente na leitura. RELVAS (2011) afirma
que a disgrafia é:
É a
dificuldade de escrita. Isto ocorre no estabelecimento da relação entre o
sistema simbólico e as grafias que o representam, como aglomeração de letras,
omissão de letras, inversão de sílabas, letras e números.
3.3
Discalculia
A Discalculia está relacionada às habilidades matemáticas onde o aluno
apresenta dificuldade para realizar cálculos e valor posicional dos números. Os
portadores de discalculia não identificam e não sabem ou aprendem a usar os
sinais das quatro operações. Não compreendem enunciado de situações problema,
realizar comparações e não entendem a sequência lógica. A discalculia é um
distúrbio ainda pouco conhecido, mas é considerado um dos mais sérios, RELVA
afirma que é a dificuldade parcial de operar matematicamente.
4. Considerações finais
A escola é um dos agentes principais que promove o aprendizado, pois
permite ao aluno uma integração com a sociedade através de trabalhos em grupos
que permite o aluno a participação ativa do sujeito em sua aprendizagem. Através
da pesquisa realizada em diferentes livros e artigos cientifico, para
compreender o que difere a dificuldade do distúrbio de aprendizagem. Assim
podemos concluir que a dificuldade de aprendizagem é caracterizada de ordem
extrínseca ao sujeito e está relacionada ao meio em que o aluno está inserido
onde pode surgir pelo momento em que está vivenciando. Seja ele no emocional,
social ou de parte da escola través do currículo inadequado a ao meio em que a
escola está inserida, a metodologia utilizada pelo professor, o material
didático que lhe é oferecido. A dificuldade de aprendizagem é passageira, pois
com a família trabalhando junto com a escola a dificuldade pode vir a ser
sanada.
Já o Distúrbio de aprendizagem é
caracterizado de ordem intrínseca ao sujeito e é consequência de algum problema
neurológico, não impede que o aluno aprenda, mas ele aprenderá dentro de suas
capacidades neurológicas. É necessário que o professor ofereça atividade
diferenciada para o aluno diagnosticado com distúrbio de aprendizagem para que
ele tenha um crescimento dentro de suas limitações. Para CIASCA (2013 p. 14).
A aprendizagem é uma
atividade individual que se desenvolve dentro de um sistema único e contínuo,
operando sobre todos os dados recebidos e tornando-os revestidos de
significado.
4.
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